quarta-feira, 30 de setembro de 2009

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Fazendo trabalho do Tio Gleidson...rsrsrs...

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Somos Quem Podemos Ser

"Um dia me disseram
Que as nuvens não eram de algodão
Um dia me disseram
Que os ventos às vezes erram a direção
E tudo ficou tão claro
Um intervalo na escuridão
Uma estrela de brilho raro
Um disparo para um coração
A vida imita o vídeo
Garotos inventam um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter
Um dia me disseram
Quem eram os donos da situação
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem esta prisão
E tudo ficou tão claro
O que era raro ficou comum
Como um dia depois do outro
Como um dia, um dia comum
A vida imita o vídeo
Garotos inventam um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter
Um dia me disseram
Que as nuvens não eram de algodão
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem esta prisão
Quem ocupa o trono tem culpa
Quem oculta o crime também
Quem duvida da vida tem culpa
Quem evita a dúvida também tem
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter"

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Para Refletir...




Na realidade, vivemos numa “redoma” e só enxergamos o que está em nossa frente, e achamos exatamente ao contrario, achamos que estamos por dentro de tudo. Mas ai quando vem alguém falar sobre a poluição do planeta, a pobreza, a guerra, (entre outros assuntos do tipo) muitos viram e falam: “Isso de novo!”, “Ah, ouvir falar disso semana passada”, “Mas só eu?” “Só eu ñ faço diferença!”. Pois faz sim! Só vc, só eu, só a pessoa ali, só, só...porém juntos formamos NÓS e NÓS podemos sim (juntos) fazermos a diferença! Com gestos e atitudes que parecem irrelevantes, podemos todos formar um mundo (digo menos até) uma cidade melhor.
Principalmente na questão de poluição, putz, eu estava lendo uma reportagem e fiquei horrorizada, o lago Paranoá (DF), está só o lixo! Daqui uns dias vai estar igual ao rio Tietê (RJ), que absurdo!
Pois então, a consciência das pessoas estão deixando a desejar!

Não podemos deixar um lugar tão belo se transformar em um lixão!




sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Shakespeare...


Nous...ainda estou na metade de "MACBETH" e já estou apaixonada pela história...como uma mulher pode ser capaz de algo tão...tão...enfim, é incrivel, como Lady Macbeth exerce poder sobre o marido! Uall...essa sabe ser manipuladora...mal espero para chegar ao final...






MPB!! Uall como estou mudada...

Não é segredo pra ngm que minha paixão é o Rock (em principal o mundo gótico), mas estou em uma fase, eu diria boa fase, estou curtindo muito MPB...rsrs...é sério!Sério mesmo!
Ouvindo coisas como Caeteno e Djavan...ualll que mudança...rsrs...mas isso é só o começo, pretendo aprofundar mais e mais meus conhecimentos, conhecer e principalmente ouvir coisas novas (dentro da MPB) mas sem nunca esquecer as origens (ROCK "N" ROLL) é claro...até pq o ROCK está mais que na veia, está na minha alma!
Afinal, tem como amar o ROCK e curtir MPB!

Álvares de Azevedo


Bem, amo a literatura romântica, e sem duvidas o principal representante do Ultra-Romantismo no Brasil foi Álvares de Azevedo. E terei o prazer de falar um pouco sobre esse poeta romântico.



Álvares e seu tempo...

O poeta Álvares de Azevedo pertence à segunda geração romântica, cuja abragenge as décadas de 1840 e 1850, aproximadamente.
Os poetas dessa geração, dos quais se destacam Álvares de Azevedo, Junqueira Freire e Casimiro de Abreu, deixaram em segundo plano os temas nacionalistas e indianistas e mergulharam fundo em seu mundo interior, numa atitude egocêntrica e individualista. Seus poemas expressam uma visão trágica da existência e falam constantemente da morte, da angustia da solidão, da melancolia da vida e dos desenganos amorosos. Esse pessimismo generalizado recebeu o nome de “mal-do-século”. Escrita por poetas que morreram muito jovens, a poesia dessa geração cai frequentemente num sentimentalismo exagerado. Essa tendência romântica, também chamada de “Ultra-Romantismo”, recebeu muita influencia dos poetas europeus, principalmente do inglês Byron, lido avidamente pelos românticos brasileiros.
Álvares de Azevedo viveu pouco (21 anos incompletos), mas é o nome mais importante do Ultra-Romantismo brasileiro. Além de poesias, escreveu também uma obra dramática, Macário, e um volume em prosa, Noite na Taverna, em que alguns jovens contam historias macabras de paixão, sexo, morte e violência, num clima de sonho e delírio.
Um pouco antes de morrer, tinha preparado para publicação o livro Lira Dos Vinte Anos, que, no entanto, ñ chegou a ver impresso. Depois de sua morte, muitos outros textos foram encontrados e reunidos à sua obra completa.


“Foi poeta, sonhou, e amou na vida”

As poesias de Álvares de Azevedo falam constantemente do tédio da vida, do sentimento da morte e da frustração amorosa. Em seus versos, a mulher ora aparece como um anjo, pura e virginal, ora como uma figura fatal, sensual e sedutora. Nos dois casos, porém, sempre inacessível, distante do poeta, que viveu mergulhado numa triste solidão. Mas, ao lado desse poetas melancólico e sofredor, existe também o poeta irônico e zombeteiro, que ri da poesia romântica e surpreende o leitor com sua veia satírica.
O próprio autor explica esse duplo aspecto de sua obra: “A razão é simples. É que a unidade deste livro funda-se numa binômia. Duas almas que moram nas cavernas de um cérebro pouco mais ou menos de poeta escreveram este livro, verdadeira medalha de duas fases”.
No caso de Álvares de Azevedo, mais do que nunca devemos ter em mente a diferança entre o eu - lírico e a pessoa do autor. Não devemos confundir um com outro. O fato de seus textos falarem de noites em tavernas, de bordéis ou de orgias sexuais ñ significa que Álvares de Azevedo tenha vivido pessoalmente essas situações. Ao contrario, segundo o testemunho dos contemporâneos, o poeta era um rapaz muito estudioso e um leitor voraz, cujas noites eram passadas em meio aos livros de poesia e às obras do curso de Direito, em São Paulo. O que o fazia sofrer, de fato, era a saudade da família, que vivia no Rio de janeiro.



Dados Biográficos

1831- No dia 12 de setembro, na cidade de São Paulo, nasce Manoel Antônio Álvares de Azevedo, na casa de seu avô materno.

1833- Transfere-se com a família para o Rio de Janeiro.

1836- Morre seu irmão mais novo, deixando-o bastante abalado.

1840- Ingressa no colégio do professor Stoll, que o elogia como seu aluno mais brilhante.

1845-1847- Cursa o Imperial Colégio Pedro II.

1848-1851- Cursa a faculdade de Direito de São Paulo. Passa a viver sozinho na cidade.

1851- A morte do colega João Batista da Silva Pereira Júnior reforça o pressentimento de Álvares de Azevedo de que seria o próximo a morrer, pois já ñ estava passando bem de saúde.

1852- No Rio de Janeiro, sofre uma queda de cavalo em março, e seu estado de saúde se agrava. É operado de um tumor, mas muito debilitado, falece no dia 25 de abril, domingo, às cinco horas da tarde. Foi enterrado no cemitério Pedro II, na Praia Vermelha; em 1854, seu corpo foi transferido para o cemitério São João Batista.
Joy Division
O primeiro a ter destaque foi o Joy Division, tocava punk, mas tratava-se de um punk decadente, desesperado e mórbido, que até poderia ter ido longe se ñ fosse a prematura morte de seu líder Ian Curtis.O estrago, porém, estava feito e o som iniciado por Joy Division serviu como pontapé inicial ao estilo que viria se chamado de Dark ou Gothic Rock.

The Cure, A Genialidade de Robert Smith
Formado no final da década de 70, durante sua longa carreira The Cure fez tudo de forma própria e inconfundível, lançando mais de duas dezenas de álbuns, explorando tudo de forma nova e teimosa, mostrando ao mundo um estilo exclusivo, e distinto, ainda com um pezinho no punk, mas inserindo cada vez mais elementos eletrônicos e melancólicos. Com mais de 27 milhões de copias vendidas, as realizações do Cure em toda sua trajetória foram incríveis e criativas; mesmo com a estranha simplicidade. O seu visual e conteúdo chamaram a atenção e criaram uma imensa leva de seguidores.Mais tarde, outras bandas passariam a abordar em suas canções temas relacionados ao oculto, dando ênfase à morte, ao vampirismo e paganismo. Destaque para Bahaus, cujo primeiro single, “Bela Lugosi Is Dead”, conta a história de um famoso ator de filmes de vampiro. Ali, a própria musicalidade também ganhava um formato mais obscuro.

The Sisters Of Mercy…
Nascido na Inglaterra no ano de 1980, The Sisters Of Mercy teve uma carreira tumultuada, mas ao mesmo tempo brilhante, na qual lançaram uma série de álbuns e canções marcantes, tais como “Temple Of Love” Alice e a sempre aclamada cover de “Gimme Shelter”, dos Rolling Stones.

Lacrimosa, Cordas e Piano
Quando Tilo Wolff nasceu em Frankfurt, Alemanha, no dia 10 de Julho de 1972, era impossível prever a importância que sua obra teria na cultura gótica. Inspirado pela obra “Réquiem”, de Mozart, Tilo, ñ apenas retomou os ideais clássicos, mas incorporou o termo “Lacrimosa” em algo mais do que sua mera tradução, do latim, lágrimas que fluem, ou cheio de lágrimas.O Lacrimosa, foi pioneiro na introdução de cordas e piano, mas ñ tardou para que o elemento “guitarra” também fosse incorporado ao gótico, transformando o estilo em algo mais pesado,que receberia o nome de Gothic Metal e ganharia uma série de incontáveis adeptos ao redor do globo.
Lacuna Coil, A Força Italiana
Formada na segunda metade da década de 80 por Andrea Ferro e Marco Coti Zelati, o Lacuna Coil foi uma tentativa conjunta em dar uma levantada no cenário underground de Milão. Ao longo dos anos, mesmo com uma constante e positiva mudança de estilo, o grupo conquistou uma legião de fiéis e, acima de tudo, muito respeito entre os demais representantes do gênero.
Evanescence, Ascensão
Para a felicidade de uns e desgosto de outros, a atual onda de Góticos que invadem ruas e os shoppings centers da vida é movida através de um único som: o Evanescence, que conseguiu um feito incrível: aproximar o restante do mundo a essa cultura fascinante,antes, “Oculta e misteriosa”.Há quem chame os fãs do Evanescence de “ modistas”(pejorativo para as pessoas que seguem qualquer moda, por impulso), mas ñ é bem por ai, afinal, muitos de seus fãs ñ se limitaram a “Bring Me To Life”e “Going Under” e, aos poucos vão descobrindo outras músicas e outros bandas e outros “subgêneros” da música Gótica que em toda sua filosofia e ideologia, nunca quis um lugar ao sol, preferendo as sombras e a escuridão.